terça-feira, 25 de setembro de 2012
Ontem, revendo trechos do filme do Raul, fiquei emocionada e ainda mais sensibilizada com o talento daquele cara.
Era único, um ícone, uma lenda, o "início, o fim e o meio".
Intenso,inquieto, inconformado.
Raul acabou vivendo muito em muito pouco tempo porque tinha uma urgência de vida e uma lucidez "enlouquecedora".
Via demais, sentia demais, tudo para ele era demasiadamente largo, denso, dramático, visceral...tudo sangrava na sua visão de homem de vanguarda que havia nascido "há dez mil anos atrás".
Realmente, ele era um sábio,pairando a mil anos luz à frente desse planeta.
"Morte, morte, morte, morte, morte que talvez seja o segredo dessa vida..."
Como disse o Caetano no final do filme: Raul, as pessoas não morrem.
Raul nunca morreu. Ele é eterno.
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