Eu e o livro.
O imaginário é uma torrente, jorra com força. Ele nos envolve e ao mesmo tempo nos despe. É fragilidade, vulnerabilidade revestidas de fortaleza e de lucidez. Ele nos contempla e nós o contemplamos, ele nos devora e nós o devoramos... De súbito, nos permite um outro olhar. Olhar para dentro, para nossas entranhas...
Entranhamento. Estranhamento. Distância. Depois, reaproximação, reorganização, aceitação, paz.
Autobiografia e imaginário são duas vertentes que pulsam antagônicas, mas, se completam. Solene e eternamente.

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