quinta-feira, 30 de agosto de 2012




Algo me move para além do que posso ver ou tocar. Epifania!

Um sentimento-pensamento me conduz a um mundo novo e intocado tecido de subjetividade e sutileza.

O imaginário é uma torrente de sentidos, potência de emoções e significados que ultrapassa (e atropela) o espaço do real.

Muitas vezes o real fere e sangra o mundo imaginário...Mas ele é fragilidade revestido de fortaleza.

Santuário sagrado das coisas da alma, o imaginário é essência criadora, um sobrevivente em meio à banalidade do real. Amplo, ele nos inspira a ver além do tempo e do espaço e dá sentido às nossas lembranças, às nossas vivências, ao que está muito bem guardado no poço latente da memória. Através dele, respiramos...

O imaginário é indomável. Selvagem, alarga a realidade para além dos territórios do possível.